Nasa cancela envio a Marte de câmeras 3D feitas com Cameron


A NASA arquivou um projeto de sistema de câmeras especiais em 3D que fazia parte da missão chamada Curiosity, em Marte. O diretor James Cameron era um dos integrantes da equipe da missão. O projeto teria sido arquivado porque não haveria tempo para terminá-lo a tempo do lançamento, em novembro deste ano. As informações são do site cnet.com.
O sistema está em fase final de desenvolvimento, mas devido às dificuldades técnicas os técnicos acreditaram que não seria possível entregar no prazo. O deadline inicial era dezembro passado. O sistema continha duas câmeras: uma fotográfica com lentes de 100 mm e uma filmadora com lentes de 34 mm.
"Por enquanto a Curiosity não se beneficiará do movimento em 3D que essas câmeras permitem, mas eu estou certo de que no futuro elas terão um grande papel em outras missões", afirmou James Cameron.
A "missão" era fazer observações em Marte e avaliar se o planeta poderia suportar a vida microbiana. O orçamento previsto da Curiosity era de US$ 2,4 bilhões. 

Projeto de impressora 3D imprime chocolates de verdade


Imagine chegar em casa, "morrendo de fome" e, ao invés de tirar da geladeira os ingredientes para começar a preparar sua refeição, simplesmente apertar o botão de uma impressora e, depois de alguns minutos, voilá, sua comida está pronta.
É o que pode acontecer se o projeto criado pelo brasileiro Marcelo Coelho, ligado ao famoso Massachussets Institute of Technology, o MIT, nos Estados Unidos, em parceria com o israelense Amit Zoran, virar realidade a ponto de ser comercializado. Desenvolvido desde o início de 2010, o projeto Cornucopia tem como objetivo criar uma impressora 3D de comida.
Por enquanto, a impressora 3D é formada por um braço robótico que prepara alimentos e um mixer turbinado, mas segundo Marcelo, o projeto ainda vem sofrendo modificações. Com a invenção, eles pretendem aumentar a criatividade na cozinha, fornecendo um instrumento inovador que ajude os usuários a pensar em novas receitas. No entanto, ele afirma que as técnicas utilizadas na impressora são as mesmas que sempre foram usadas para preparar alimentos.
O primeiro protótipo do projeto, chamado Digital Fabricator, usava cápsulas semelhantes aos cartuchos de impressora a jato de tinta, porém, com ingredientes para fazer um almoço. A receita era escolhida pela tela do aparelho. Segundo Marcelo, a impressora, que tem acesso à internet, prepara os ingredientes com modelagem milimétrica e precisão de temperatura. É possível também regular a umidade dos alimentos.
Já o braço mecânico, chamado de Robotic Chief, corta os alimentos a laser, insere os temperos através de seringas e cozinha a mistura em uma placa aquecida. O aparelho é ainda equipado com um mixer batizado de Virtuoso Mixer, que tem anéis giratórios com dispensadores - uma espécie de tubo - que armazenam os ingredientes.
Esses dois protótipos é que deram origem à Digital Chocalatier, chocolateira digital ou ainda impressora de chocolate 3D. Ela permite que o usuário prepare chocolates a partir de uma interface, de um "carrossel de ingredientes" e de um copo com depósito termoelétrico.
Para tanto, basta escolher e combinar os ingredientes armazenados em cada tubo do carrossel para criar seus doces personalizados. O carrossel gira e coloca os ingredientes no depósito termoelétrico, que rapidamente gela e endurece o chocolate. A interface, por sua vez, possibilita o usuários de salvar e classificar os doces de acordo com a qualidade e com seu gosto pessoal.
"A impressora está em fase de desenvolvimento. O plano é continuar melhorando essa tecnologia e aumentar a quantidade de ingredientes", contou Marcelo Coelho. Apesar do processo de patenteamento ainda estar em curso, o brasileiro se motrou otimista quanto ao futuro do seu produto: "comercialmente é bastante viável e só precisa de um pouco mais de desenvolvimento".
Ele ainda afirmou que o grande objetivo da impressora é "trazer a mídia digital para o mundo da gastronomia, com todas as propriedades que o mundo digital oferece para se manipular informações e conectar as pessoas".
Atualmente, a grande dificuldade é, segundo Marcelo, desenvolver válvulas que possam controlar o fluxo de diversos alimentos de "forma compacta e fácil de limpar". O principal desafio é fazer com que a impressora seja fabricada em larga escala e seja usada pelas pessoas em suas casas.

3D sem óculos e em dispositivos móveis é o futuro, diz revista


O grande "boom" do 3D ainda pode estar por vir. A chave pode estar nos dispositivos em 3D que dispensam o uso de óculos de acordo com texto recente da revista New Scientist. O mercado de televisores ainda pode balançar muito com as futuras mudanças e a novidade pode acabar sendo um verdadeiro divisor de águas, ainda que as previsões digam que esteja um pouco distante.
Dispositivos como o Nintendo 3DS e as câmeras 3D Fujifilm permitem a visão tridimensional sem óculos, mas são restritos a jogos e fotos, respectivamente. Além disso, a tecnologia ainda tem certas limitações. Se o jogador do Nintendo se mover em determinada forma, pode "perder" a visão em 3D. O Optimus 3D, smartphone da LG, também possibilita a visão tridiomensional sem óculos, o que já acontece no Evo 3D, da HTC. Todos esses aparelhos apontam para um novo caminho dentro da tecnologia 3D.
No caso da televisão, no entanto, informa a revista New Scientist as companhias estão só na tentativa, por enquanto, ou lançando aparelhos com limitações. A Toshiba lançou a Regza GL1 em dezembro do ano passado no Japão. Com o dispositivo, é possível enxergar em 3D sem óculos, mas somente a, no máximo, um metro da televisão e em um ângulo de até 40 graus. A estimativa da Samsung, inclusive, é pessimista. A empresa acredita que o lançamento da televisão com 3D sem óculos será "muito difícil" em menos de 10 anos.
Para o futuro, a aposta da New Scientist é de que, com a demora para o advento das televisões sem óculos, a perspectiva seja muito boa para o mercado de dispositivos móveis por um bom tempo. Além do Optimus 3D da LG e do Evo 3D da HTC, a revista lembrou que o Google já está com um aplicativo 3D do YouTube em funcionamento no Android e deve ser uma das empresas que mais venha a ganhar com a popularização do 3D. Por ora, é esperar esses smartphones chegarem aos mercados para descobrir o a terceira dimensão pode fazer por um celular.

Para executivo da Dell, iPad é caro e falhará nas empresas


O executivo global de marketing da Dell, Andy Lark, acredita que o iPad não será um sucesso entre clientes empresariais. Ele ainda afirmou que eles devem ser substituídos por trablets Android. As informações são do site Mashable.
"A Apple é ótima se você tem muito dinheiro e vive em uma ilha. Ela não é ótima se você tem que existir em um diverso, aberto e conectado empreedimento. Coisas simples podem se tornar muito complexas", disse Lark.
A Dell pretende lançar um tablet baseado em Android nos próximos meses, o que pode estar motivando as declarações do executivo.
O modelo mais barato do iPad 2 custa US$ 499 nos EUA sem itens opcionais.  

Câmera digital da Samsung usa smartphone como controle remoto


A câmera SH100, da Samsung, vai conversar com a linha de smartphones Galaxy, com Android, para que o fotógrafo comande os cliques a alguns metros de distância. O anuncio da novidade foi feito durante o Samsung Forum, realizado na terça-feira, em Santiago, no Chile.
A SH100, de 14,1 megapixels de resolução, tem Wi-Fi embutido tanto para enviar as fotos para o computador/notebook quanto para subir as imagens no Facebook, Picasa e outras redes sociais, ou para mandá-las por alguém por email. Compatível com a tecnologia de comunicação DLNA, a SH100 chega nos próximos meses ao mercado brasileiro, mas a Samsung não divulgou o preço ainda.
Transformar o Galaxy S em um controle remoto da câmera é interessante para quem passa por situações difíceis, como por exemplo, para fotografar o palco naquele show lotado - você levanta a câmera sobre a multidão à sua frente e vê o que ela está enxergando na tela do smartphone (função Remote Viewfinder). Ou então para aquelas imagens de grupos, para confirmar que vai sair todo mundo quando o disparador agir após o timer. E também para acionar o GPS do telefone para marcar geograficamente as fotos.

Facebook fecha página que incitava violência contra judeus


O Facebook fechou uma página nesta terça-feira que incitava palestinos a "pegarem armas e agirem" contra Israel. O fechamento da página veio depois de pedidos de israelenses e do governo do país. As informações são da Associated Press.
A página tinha 350 mil fãs e foi apagada. Ela pedia para os palestinos pegarem em armas no próximo dia 15 de maio e começarem uma revolução contra Israel. Intitulada Third Palestianian Intifada, a página dizia: "O dia do julgamento será trazido para nós uma vez que os muçulmanos matem todos os judeus."
O Facebook afirmou que não agiu antes porque a página começou como um "protesto pacífico", apesar do termo "Intifada", que em árabe quer dizer "revolta" e é frequentemente usado em movimentos para contra a presença de Israel nos territórios ocupados.
O fato destacou como o Facebook tem tido que se envolver no gerenciamento de conflitos políticos, tentando estabelecer um equilibrio entre liberdade de expressão e proteção contra discursos de ódio.

Dispositivo permite criar música com a mente

Um novo dispositivo poderá criar e tocar música somente através da atividade cerebral. O professor espanhol de música Eduardo Miranda diz ter criado uma interface que reconhece os impulsos neurológicos e os transforma em notas musicais. As informações são do diário 20 minutos, da Espanha.
Para usar o dispositivo, é preciso usar um chapéu chamado "ECG", que tem vários sensores. Cada sensor corresponde a uma nota musical. Eles são ativados quando os usuários focam o pensamento nas notas.
Miranda tem tentado utilizar o dispositivo para fazer da música uma terapia há anos. Desde então, ele tem investido o seu tempo para "buscar formas de fazer música pelas ondas cerebrais".

Concorrente da Samsung ao MacBook Air chega em maio ao País


A Samsung vai lançar em maio no mercado brasileiro seu novo notebook Série 9, com design ultrafino e tela de 13 polegadas com promessa de alto desempenho. A informação foi divulgada nesta terça-feira pela empresa durante o Samsung Forum, em Santiago do Chile.
A máquina, que pesa 1,31 kg, tem espessura de 16,3 mm e conta com processador Intel Core i5 de última geração, 4 GB de memória, 128 GB de armazenamento (em disco SSD) e bateria com duração estimada em 7 horas de uso.
O notebook da Série 9, de acordo com a Samsung, será vendido pelo preço sugerido de R$ 4.999. Seu principal concorrente hoje é o MacBook Air, da Apple, que, com configuração similar (tela de 13″ e 128 GB de armazenamento), custa em torno de R$ 4.499.

Componentes do Japão ainda preocupam empresas de tecnologia

As preocupações quanto ao suprimento de componentes continuavam a pesar sobre o setor de tecnologia na terça-feira, em função do devastador terremoto e tsunami que atingiram o Japão em 11 de março e prejudicaram a produção e entrega de peças essenciais. A finlandesa Elcoteq, que monta celulares e decodificadores de televisão para muitas marcas mundiais, alertou que enfrenta riscos de volume e de lucratividade, em curto e médio prazo, devido ao desastre no Japão.
A Elcoteq disse que os clientes estão preocupados quanto à alocação de componentes, e que prevê que a solução do problema será demorada. "Alguns de nossos clientes estão preocupados não só com o segundo e terceiro trimestres, mas com o longo prazo", disse o presidente-executivo da companhia, Jouni Kartikainen, acrescentando que por enquanto o impacto não foi severo.A Elcoteq, que vem sendo fornecedora importante da Nokia e da Research in Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, tem as duas empresas entre seus 10 maiores clientes. Outros nomes dessa lista incluem Huawei , Philips, LG Electronics e Sony Ericsson.
A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, pelo critério de volume, alertou na semana passada que haverá escassez de alguns de seus modelos devido aos problemas na cadeia de suprimentos, mas que o impacto sobre os resultados será limitado. A Ericsson e a Alcatel-Lucent, duas das maiores fabricantes de equipamentos de telecomunicações, afirmaram em 16 de março que o desastre provavelmente afetará seus suprimentos, mas elas ainda não conseguiram quantificar o impacto. A Ciena, fabricante de produtos para redes, informou na terça-feira que o desastre exerceu "pouco ou nenhum" impacto sobre sua cadeia de suprimento porque nenhum dos componentes que utiliza é obtido exclusivamente no Japão.
"Estamos monitorando a situação atentamente e trabalhando com nossos fornecedores para determinar que impacto, se algum, o desastre natural pode ter em longo prazo", disse o vice-presidente sênior do grupo de produtos global da Ciena, Philippe Morin, à Reuters

Entenda por que nem todos enxergam as imagens em 3D


As imagens tridimensionais que são transmitidas em cinemas ou televisores 3D funcionam da seguinte maneira: duas imagens são geradas simultaneamente, passam pelos óculos, que as separam para que cada olho enxergue apenas uma delas. No cérebro, ocorre o processo da fusão binocular, momento em que as imagens são unidas e geram a sensação tridimensional.
Mas você sabia que nem todas as pessoas do planeta conseguem enxergar as imagens tridimensionais? Justamente porque possuem dificuldade em realizar a fusão binocular, as imagens não chegam ao cérebro da maneira correta.
A visão binocular é, em suma, o nome dado à visão somada dos dois olhos. Há uma série de vantagens geradas por este tipo de visão. Pessoas com problemas sérios em um dos olhos, por exemplo, podem continuar enxergando, pois se um dos olhos estiver em condições, o outro passa a ser menos requisitado.
Isto acontece com frequência em pacientes que apresentam uma das doenças recorrentes do estrabismo, como a ambliopia (também conhecida como doença do 'olho preguiçoso'). Este tipo de paciente costuma possuir um dos olhos em condições aceitáveis para a visão, mas o outro funciona apenas como acessório.
Segundo o Doutor José Joaquim Junior (médico oftalmologista da Clínica de Olhos José Joaquim Junior, em Curitiba), problemas na visão binocular têm como principal consequência a perda de noções de profundidade e também a redução na angulação total do campo de visão natural (que para um ser humano com visão perfeita, chega a um arco de 200 graus). E, como você já deve ter reparado, noções de distância e profundidade dos objetos são de extrema importância para que não saiamos tropeçando pela casa ou pelas ruas. Esta sensação é chamada de estereopsia (visão estéreo), principal mecanismo dos olhos para a fusão das imagens no cérebro.
Como você já deve ter percebido, os conceitos inseridos neste artigo não dizem respeito apenas à anatomia ocular e à oftalmologia, mas também à tecnologia aplicada aos cinemas e televisores 3D. Afinal de contas, é com muitos estudos sobre a visão que os engenheiros conseguem produzir aparelhos capazes de gerar imagens tridimensionais para seus usuários.
Os óculos 3D são responsáveis por facilitar o processo da visão binocular, pois em vez de serem enxergadas imagens semelhantes nos dois olhos, cada um deles irá receber uma imagem diferente (como pode ser visto em óculos com lentes ciano-magenta). Assim, cada um dos olhos será responsável pela captação de partes pré-determinadas da imagem.
Com cada globo ocular captando imagens diferentes, o processo de fusão será feito de um modo programado. Deste modo, mesmo estando em planos bidimensionais, os vídeos podem ser percebidos de maneira tridimensional.
E quem não enxerga em 3D?
Como já foi dito, quando os olhos não estão alinhados perfeitamente, a estereopsia é afetada e, consequentemente, a fusão fica debilitada. O Doutor José Joaquim Junior afirma que quanto maior o desvio ocular do paciente, menor será a capacidade de fusão. Resumindo, a grande maioria dos pacientes com estrabismo moderado ou grave não pode enxergar as três dimensões.
Mesmo após cirurgias para correção do problema, os pacientes estrábicos não conseguem resolver a falha na fusão ocular. Isso acontece porque as cirurgias de estrabismo são procedimentos estéticos, e a imagem captada continua sendo formada com desvios no interior dos olhos.
Então os óculos não servem para nada?
Na verdade, eles servem sim. Mesmo que você não possa enxergar as três dimensões dos filmes, é importante utilizar os óculos para que as imagens não sejam vistas de maneira duplicada. As duas lentes dos óculos 3D fazem a junção da imagem no seu cérebro, mas a estereopsia não age com total eficiência, por isso a profundidade é menos percebida.
Vale lembrar que este problema não é raro e uma boa parcela da população mundial não consegue enxergar a profundidade enviada pelos televisores e telões.

Galaxy Tab 10.1, da Samsung, deve chegar em junho ao Brasil


O Galaxy Tab 10.1, tablet com o novo sistema operacional Android 3.0, do Google, será lançado em junho pela Samsung no mercado brasileiro. No mês seguinte, é a vez do Galaxy Tab 8.9, com tela menor, de acordo com o vice-presidente de telecom da companhia no Brasil, Silvio Stagni. O executivo anunciou a novidade durante o Samsung Forum, em Santiago, no Chile.
Segundo Stagni, o preço dos tablets com Android no mercado brasileiro vai depender de definições de taxas pelo governo brasileiro. "Seremos agresivos na distribuição dos produtos no varejo", afirmou. "O mercado brasileiro é prioridade para a Samsung, e isso significa levar todos os lançamentos simultâneos ao redor do mundo com plena distribuição", disse.
Na visão da Samsung, o Galaxy Tab 10.1 pode ficar com preço em torno de R$ 1.700 e o 8.9, R$ 1.600. Os valores, como ressalta o executivo, podem mudar até o lançamento.
Já dois novos smartphones com Android também têm lançamento próximo. O topo de linha Galaxy S II, anunciado durante o Mobile World Congress, em fevereiro, terá lançamento também em julho, e o aparelho Nexus S, feito em parceria com o Google, tem previsão de lançamento para maio.

Aplicativo transforma qualquer fotografia em uma imagem 3D


O 3D Converter é um aplicativo que vai transformar, em poucos segundos, qualquer fotografia feita por você em uma imagem 3D. Tudo o que você precisa é definir as áreas da imagem que devem ganhar profundidade, deslizando o dedo sobre a tela.
O sistema usado pelo aplicativo é o 3D anáglifo, aquele que é dividido em duas cores, necessitando de óculos com uma lente vermelha e outra azul para que o efeito seja visto. Desta forma, é fácil visualizar sua criação, já que este tipo de óculos pode ser feito com folhas de acetato transparente e em casa.
No 3D Converter, qualquer fotografia que você queira pode ganhar efeitos em três dimensões e você nem precisa ser um expert no assunto para que o trabalho seja bem feito. Apesar de trazer um menu de configurações, o aplicativo vem pronto para ser usado e suas opções podem ser alteradas conforme você ganha experiência ao criar suas novas imagens.
Para começar a alterar suas fotos, basta deslizar o dedo sobre a tela: a área delimitada fica em branco, para que você perceba com mais facilidade as regiões que já foram escolhidas para ganhar profundidade. Assim que tirar o dedo da tela, o vermelho e o azul passam a predominar na área selecionada. Caso não goste do resultado e deseje começar tudo de novo, toque no primeiro botão do menu direito, localizado na parte inferior da tela. O ícone se assemelha a uma borracha e desfaz toda a seleção feita anteriormente.
Assim que ficar contente com o seu trabalho, escolha o botão "Save". Você ainda tem a opção de salvar a imagem em escala de cinza, guarda-la ao lado da original, como um "antes e depois", e até postar em sua conta no Facebook.

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