Novo iPad: nem tudo são flores e tablet também tem pontos fracos


O novo iPad, lançado em 7 de março e que começou a ser vendido nas lojas na sexta-feira, foi exaltado pelas novidades que traz. A terceira geração do tablet da Apple, que não ganhou o "3" no nome, tem tela de super-resolução, conexão 4G LTE, câmera de 5 megapixels e bateria mais potente. Mas a novidade também tem seus pontos fracos. E, passado o furor do primeiro de dia de vendas, é sobre os "defeitos" do novo iPad que o Business Insider trata em artigo no site.
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O apanhado de críticas publicadas em páginas especializadas começa com uma dica para quem já tem um iPad 2: você não precisa comprar o novo iPad. A outra é para quem vai comprar o tablet da Maçã pela primeira vez: se quiser economizar US$ 100 (em relação aos preços dos EUA), escolha o iPad 2 sem medo.
Quem optar mesmo pelo novo iPad pode se decepcionar, em primeiro lugar, com o tempo de carga da bateria. Como dura mais e é maior - por causa da tela e da conexão 4G -, ela precisa de mais tempo na tomada. "Você provavelmente vai preferir carregá-la enquanto dorme", afirma um colunista do TechCrunch.
O mesmo especialista reclama também que a parte traseira do tablet fica quente quando o dispositivo está ligado há muito tempo. O calor é observado no canto inferior esquerdo - embora, ressalta, seja apenas um calor, e não um superaquecimento. A suposição do articulista é que a conexão 4G ou a nova bateria seja a causa do problema.
Ainda sobre ela, aliás, um colunista do New York Times aponta que o tamanho do componente aumentou a espessura (1 mm a mais) e o peso (51 g) do novo iPad em relação ao modelo anterior. "É uma diferença muito sutil, mas dedos acostumados a lidar com o iPad antigo vão senti-la, e isso é bem ruim", escreve.
Tanto quanto a bateria, o que abunda às vezes também prejudica. A tela Retina Display de super-resolução, uma das grandes novidades do iPad lançado em 2012, sofre com o mesmo problema que "todas as telas de LCD brilhante colorido", na opinião de um colunista do All Things D: "desempenha mal em locais com incidência direta de luz solar".
Outro especialista, no The Verge, faz observações sobre a entrada dos fones de ouvido e a opção de dock do tablet. "Tenho certeza que devem existir muitas razões para a Apple ter colocado a porta de 3.5mm no canto superior esquerdo (modo retrato), mas acho que faria muito mais sentido se fosse na parte de baixo do dispositivo", pondera. Sobre o dock, ele gostaria de poder conectar o iPad na orientação horizontal (paisagem).
"O novo iPad não introduz nada que não tenhamos visto antes, seja no iPhone ou em seus rivais. Não há nenhum indício de 'só mais uma coisa' à moda de Steve Jobs; a Apple só pegou seu superpopular iPad e incluiu as tecnologias mais recentes de tela e bateria", conclui o artigo crítico do NYT

1 Response to "Novo iPad: nem tudo são flores e tablet também tem pontos fracos"

  1. Gostei muito da postagem, tive um bom proveito.

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